quinta-feira, 19 de abril de 2012



Coffe que nem café

As meninas!
Tão lindas meninas que tentei ajudar,
Eu não consegui!
Pobres meninas!
Eu estou aqui por estar,
Na milha verde,
Onde homens de preto ditam as leis,
Onde corpos são lavados ao choque,
Para as suas sentenças.

Eu provoco espanto!
Vários homens provocam espanto!
O que eu sou?
Por que eu sou assim?
Essa dor amargurada e a sensação de nada dentro de mim.
Tudo vai pra frente,
Nada tem volta.
Home de preto é legal,
Ele me escuta,
O outro homem de preto não,
Ele é mal!

Olha o homem com o rato!
O rato faz o homem feliz,
O rato de ratópolis.
O homem de preto ficou bom
E o rato morto sobreviveu,
Os milagres aconteceram, mas a dor é infernal!

Felipe Santos    



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